2 de março de 2016

Meus deuses!

Numa dessas madrugadas, em que nada parece que vai acontecer, numa madrugada inusitada, Poseidon, o deus supremo do mar, cruzou com Freja, a deusa da beleza. No momento, não se reconheceram como deuses, achavam que eram meros mortais pisando nessa Terra de medíocres. Não houve conexão imediata, ambos apenas queriam dialogar madrugada adentro. Afastaram-se pelo espaço e pelo tempo, mas uma força reuniu os dois novamente e eles se reencontraram durante uma nova madrugada, desta vez bem incomum. Ali descobriram uma conexão vívida e calorosa se elevando, através de sutilezas e atrações.
Poseidon, enfeitiçado pela beleza de Freja, a levou para conhecer o seu mar para lhe mostrar seu mundo das águas salgadas. E sem saber que aquele mar pertencia a Poseidon, Freja entregou-se a ele. Eles ascenderam a intensidade de seus zodíacos, uniram seus poros e fundiram suas almas. Foi neste momento que Freja descobriu Poseidon como o deus das águas, quando ele lhe lançou em seu mar, imergindo-a num oceano de prazer. E no instante em que Freja mergulhou em sua imensidão azul, Poseidon percebeu que era ela, a deusa da beleza.
Não se pode negar: quando dois deuses se unem, o elo é tão resistente que suas energias ultrapassam as barreiras do ar e também do mar. Freja deu seu coração a Poseidon, assim como ele confiou o seu a ela e eles se entrelaçaram numa paixão doce, ardente, avassaladora e incomensurável.


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