23 de outubro de 2012

Às duas da manhã.

Duas da manhã e uma noite serena e ventilada. Na janela sinto o vento e meu pensamento. Queria um cigarro e a tua companhia, mas não tenho nenhum dos dois. Fecho a janela e vou dormir.


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9 comentários:

  1. É péssimo querer e não ter. Dormir talvez se torne até um pouco complicado quando se tem que suportar certas ausências. Beijos

    www.eraoutravezamor.blogspot.com

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  2. Humm, me lembrou esse poema da Ana C.:
    "Sem você bem que sou lago, montanha.
    Penso num homem chamado Herberto.
    Me deito a fumar debaixo da janela.
    Respiro com vertigem. Rolo no colchão.
    E sem bravata, coração, aumento o preço."

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  3. Uma desventura cotidiana torna-se algo encantador quando narrado com poucas e belas palavras. Você executou essa proeza maravilhosamente bem!

    Beijos ;*

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  4. Aqui tem feito muito, muito calor. Um calor excessivo, extremo e eu que já tenho insônia acordo sempre no meio da noite, levanto, molho os pulsos e a nuca e respiro fundo tentando acreditar que desta vez vou deitar e dormir. Raramente acontece.


    Gostei do escrito. Beijos

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  5. lindo lindo!
    querida, onde conseguiste este layout?

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  6. Porque esses textos maravilhosos sempre são escritos na madrugada ou eles são relacionados á madrugada?Sei lá,é meio como,você está naquela solidão terrível,pensando em mil coisas ao mesmo tempo e daí vem aquela coisa meio sessão da tarde,com cigarro e lágrimas.Isso é tão óbvio,mas tão triste e clichê - de um modo bom :)
    Amei sua frase simples e bonita.


    http://doyoufeelthewayidorightnow.blogspot.com.br/

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  7. Espero que esse sono tenha sido ao menos de sonhos bons, já que a personagem não pode ter o que queria naquela hora.
    Ei, diga-me, como você está? Espero que bem. Desejo um bom final de semana para você, viu? Até o próximo texto.
    Um beijo, @pequenatiss.

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