14 de agosto de 2012

Horizonte cardíaco.

O mundo é pequeno
E tem veneno
A linha reta do horizonte cardíaco.

Não há mais coração
Nem perdão
A linha reta do horizonte cardíaco.

Tentando reviver
Sem deixar adormecer
A linha reta do horizonte cardíaco.

Exauriram-se os batimentos
Entrando em estados sonolentos
A linha reta do horizonte cardíaco.

Já morreu
Logo que nasceu
A linha reta do horizonte cardíaco.
.

9 comentários:

  1. "Aí a gente encontra um cabra na rua e pergunta: 'tudo bem', e ele diz pra gente: 'tudo bem'. Num é um barato?"

    ResponderExcluir
  2. Ah e eu te aceite lá! HAHAH Desculpa a demora para responder, ainda meio ocupada nos últimos meses.

    ResponderExcluir
  3. Poesia moderna!
    adorei!
    parece Arnaldo Antunes!
    bjo

    http://opinandoemtudo.blogspot.com.br/

    ResponderExcluir
  4. Oi Laurinha... realmente faz tempo que não venho aqui...
    Estou em dívida com você :/ E, olha, quando ao seu comentário, estou pretendendo voltar com os antigos textos sim, em breve! Obrigada por sempre me fazer uma visita tão alegre!!!

    Beijos.

    ResponderExcluir
  5. A linha reta do horizonte cardíaco é tão forte, não é? Muitas vezes ficam em 150 batimentos, não aguenta o impacto, vibra, pula, salta, canta, dá voltas e reviravoltas... Até adormece. Mas acho difícil a linha do horizonte ter fim, se é uma reta, acredito ser infinita.

    ResponderExcluir
  6. Pois é. Muito intenso. É uma música? Porque as linhas dançaram nos meus olhos.

    ResponderExcluir

Me incentive um pouco mais.