7 de agosto de 2012

Dirty.

Ela passou a mão na minha bunda achando que estava certa. Peguei-a pelos braços e a empurrei com força na cama, jogando-a como um saco de batatas. Pronunciei com todas as sílabas: "sua vadia!" Sorriu ao me ouvir e disse que achava doce aquele modo de tratamento. Aquilo foi uma brecha para a sua insinuação e começou, dali mesmo, a me provocar. Não virei o rosto, encarei, como ela achou que eu não faria, mas fiz. Não fiquei duro, nem precisei me controlar; aquilo já não me estimulava mais. Com raiva e vergonha, bateu a porta na minha cara e foi dormir no sofá.

4 comentários:

  1. Haha, que texto envolvente! E de atitudes inesperadas. Curti a história, Inercya ;).

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  2. Curti, acho que por essa, ELA não esperava ;)
    Beijos, até mais ^^

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  3. Boa, muito boa - foi pior que uma bofetada!

    Adorei.

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Me incentive um pouco mais.