13 de março de 2012

E eu esperei...

Esperei você chegar ansiosamente. A hora parecia não passar enquanto eu procurava o que fazer. Me distraí com bobagens, mas por pouco tempo. Eu levantava diversas vezes da cadeira e sentava novamente. Uma inquietude se apossou de mim e eu já não aguentava mais. Por que você demora tanto, hein? Quando recebi a mensagem de que você logo mais chegaria, comecei a calcular o tempo, para ter uma noção de que horas você chegaria aqui. Sou dessas, sabe?
Enquanto os minutos passavam, pensei numa noite que te fiz uma pergunta e você não quis responder na hora. Ficou intrigado por que perguntei isso e pouco depois eu recebi uma mensagem sua no celular dizendo "sim". Olhei para você e senti aquele frio na barriga que senti várias vezes ao teu lado. Só que foi um frio mais intenso e creia, essa sensação confirmava também a minha resposta, mesmo sem você fazer pergunta qualquer.
Mas finalmente a espera acabou e você chegou com aquele sorriso cheio de pintinhas e eu não precisei mais ficar presa em meus pensamentos. 


...

7 comentários:

  1. Olá, Que alívio poder se livrar desses "pensamento"! Lindo texto Srta, abraços

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  2. Eu lembrei de: "Se me dizes que vens às quatro horas, desde as 3 eu começarei a ser feliz.".

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  3. Ah, que texto bonito. Uma delícia quando quem a gente espera, chega!

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  4. Eu também te amo Laura rsrs - É sinto muito amor pela tua escrita, fiquei com essa questão, seria essa pergunta, esses os motivos dos devaneios - a certeza do amor nos causa mesmo tudo isso no estomago?
    Não, acho que jamais terei respostas a essas perguntas, a gente nunca consegue explicar o que o amor nos faz sentir, pensar, fazer - ele simplesmente nos conduz - em tudo, o tempo todo.


    Adorei o escrito.

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Me incentive um pouco mais.