31 de dezembro de 2011

Não adiar.

Todo o problema está em adiar as coisas que devem ser feitas. Eu, por exemplo, estava programando escrever aqui, não hoje, mas há dois ou três dias, sobre a série de livros que tanto me cativou esse ano. Não o fiz por que adiei e agora não dá mais tempo. Sei que ainda é 2011, sei que se eu quisesse, daria tempo. Mas não, decidi por não fazê-lo, não hoje, não agora, não esse ano. E o que na verdade indica no título é o que estou fazendo ao contrário, mas deixa estar. Decidi assim, ora pois. De qualquer forma, ainda esse ano, ainda nessas últimas horas que restam de 2011, eu estarei me desprendendo da série. Lerei o último capítulo, o último que eu nunca tinha lido, do qual eu tinha medo de desfazer. Lerei, ainda hoje. E que a série fique em 2011, e eu possa pensar nela com carinho e relembrar das coisas que aprendi através daquelas tantas palavras que me encantou. Nesse próximo ano, escreverei sobre a série e sobre essa experiência de me desprender. 

Feliz Ano Novo, leitores. E, por favor, tentem não adiar o que deve ser feito. :)

19 de dezembro de 2011

Só se vê bem com o coração, o essencial é invisível aos olhos.



Estive pensando muito em julgamentos, nos meus julgamentos... O quanto eu falo ou penso de uma pessoa antes de conhecê-la. O quanto eu xingo somente pela aparência. É algo feio, algo ruim, mas eu não consigo evitar. Tem coisas que a gente não consegue evitar de maneira nenhuma. É uma característica minha, que é muito má. Porém, eu me impressiono com as minhas atitudes anteriores e dou uma luz aos meus olhos interiores, que aqui chamarei de "olhos do coração". Acho incrível os olhos do coração. Eles não nos deixam ver maldade, ver feiura, nada de ruim. Eles só nos mostram o que é bom, o que vale à pena ser observado. Vez ou outra, antes de conhecer alguém, penso: "Essa pessoa é feia, ela não é legal". Quase sempre quebro a cara quando a conheço. E depois que a conheço, para mim, essa pessoa é linda. Tanto faz a sua aparência, os seus gostos, se é rico ou pobre, contanto que me conquiste, que me cative, eu só vejo coisas boas.
De uma forma ou de outra, é assim que acontece. Temos mania de só dá importância às aparências, a observar somente o que está fora e descartar o que está dentro. Isso é só ilusão. O que as pessoas nos mostram por fora é só ilusão, é apenas uma minúscula projeção do que elas são. O verdadeiro ser está dentro de cada um, e só poderemos conhecer se soubermos e aprendermos a enxergar isso, sempre com os olhos do coração.

4 de dezembro de 2011

words.


Não as encontro mais. Elas escorrem, correm, fogem de mim. Procuro, mas acho poucas e poucas não me servem muito. Sinto que estou a ponto de perdê-las.