27 de julho de 2011

História (des)Encantada.


Era uma vez uma menina muito palácio que vivia num bonita encantado. Ela era a única lugar daquele princesa, pois seus príncipes eram irmãos. Seu rei, o pai, era muito princesa e não deixava que a severo saísse do palácio. A mundo chorava, pois queria conhecer o princesa. Então, numa bela cavalo, um tarde veio montado num bonito rapaz branco. O reino muito distante, que vinha de um bonito rapaz, veio conhecer o todo o mundo que era tão famoso em palácio. Chegou no baile certo, em que haveria o grande dia. Vestiu-se de baile e foi até o branco. No bonitas tinha muitas meninas baile, mas ele ficou sentada por uma que estava encantado sozinha. Aproximou-se da bela menina cumprimentou e a sozinha. Apaixonou com ela e se conversou. A apaixonou também se princesa e o casamento a pediu em bonito rapaz. Mas o rei não prometida, pois a princesa estava permitiu para casar-se com um príncipe. No dia do bonito rapaz, o casamento roubou a altar e ela abandonou o princesa e o príncipe, abdicando de sua história para viver uma coroa de amor. E eles sempre felizes para viveram.

14 de julho de 2011

Ele e Ela


Aviso, leitor: o que aqui se encontra é uma linda história de amor, que começou há um tempo. Se está disposto a conhecê-la, tenha uma boa leitura e se encante e concordem comigo, que o amor é inexplicável. Se não está disposto, é uma pena. Vai perder uma leitura que lhe fará bem. A escolha é sua. Cabe a você decidir.





Ninguém podia imaginar que um dia, Ele e Ela poderiam vir a se conhecer. Eles não estavam em mundos distantes, viviam na mesma cidade, mas como uma cidade grande se torna pequena a tanta gente, eles um dia cruzaram o caminho. Não é impossível isso acontecer, pois todos os dias estamos cruzando por aí, pelas ruas, com pessoas desconhecidas e que, se viéssemos a conhecê-las, poderíamos ver o quanto são boas. Mas isso não vem ao caso. O caso é que Ele e Ela, apesar de morarem na mesma cidade, cruzaram-se num mundo virtual, em que não importava onde você estivesse; sempre havia um jeito de cruzar com alguém, qualquer que seja. E foi assim que começou. Ela foi a primeira a manter contato, mas por uma coincidência incrível. Em um bate-papo virtual, Ela viu que Ele estava presente em sua lista. Não se lembrava de ninguém com o nome Ele e decidiu investigar, levada pela curiosidade que sempre brotava em sua mente quando via algo diferente em qualquer lugar. O primeiro contato, de tantos outros que haveriam de vir, mas Ela não imaginava que isso poderia acontecer num mundo virtual como aquele. Para disfarçar sua curiosidade e investigação, Ela comentou com Ele sobre a frase que vinha após o seu nome no bate-papo virtual. E assim nasceram e cresceram as conversas. Ela lhe falava como gostava de doces e abóboras e Ele lhe falava que adorava andar na praia quando estava chovendo. A conversa foi ficando tão prazerosa que Ela havia esquecido de lhe perguntar como havia surgido em sua lista. Mas a aquela altura, isso já não importava mais.

Todos os dias, Ela entrava ansiosa em seu bate-papo, na esperança de encontrá-lo para conversar mais uma vez. Alguns dias teve a inesperada surpresa de não encontrá-lo e quando isso acontecia, o mundo virtual não tinha graça para Ela. Porém, quando o encontrava, a felicidade era tanta, que seu coração pulava ao ver o nome de Ele em sua lista. Passavam horas e horas conversando, e não se importavam quando as horas passavam demais. O dia amanhecia e lá estavam eles, conversando. Ninguém sabe ao certo que tipo de conversa eles tinham, para segurar o papo por tanto tempo, mas isso não tem importância. O que importava mesmo era que os dois sempre mantivessem contato, por mais que em algumas vezes isso não pudesse acontecer.

Decidiram, após um tempo, trocar telefone. Já estava na hora. Ela tinha vergonha de ligar para Ele e vice-versa. Mesmo assim, quando não podiam se falar no mundo virtual, trocavam mensagens de bom dia, boa tarde, boa noite, como você está. Era assim que se viravam, era assim que eles alimentavam a saudade que tinha um do outro, apesar de nunca terem admitido que fosse isso que sentiam.

Depois de muito trocarem mensagens, Ela sentiu uma necessidade de conhecer a voz de Ele, saber se as palavras que saiam de sua boca fariam o mesmo efeito das palavras que saiam de seus dedos. Ligou de um número desconhecido, pois temia que, se Ele percebesse que era Ela que estava ligando, não atendesse a sua chamada. Chamou quatro ou cinco vezes até que Ele atendeu. No primeiro momento, não soube o que dizer ao ouvir sua linda voz do outro lado da linha. Quando Ele falou alô pela segunda vez, Ela disse um oi e perguntou se Ele sabia quem estava falando. Por mais incrível que pareça, Ele disse seu nome e Ela ficou impressionadíssima. Apesar de ter ficado sem graça, gostou muito de Ele ter adivinhado quem era. Ela, com seu jeito curioso de ser, perguntou como Ele tinha adivinhado e Ele respondeu que naquele momento estava pensando nela. O coração de Ela palpitou logo após ouvir as palavras de Ele.

Ao mesmo tempo em que Ela percebeu que já sentia algo por Ele, Ele também percebeu que gostava de Ela. E essa percepção atingiu aos dois com tanta intensidade que a ânsia não era mais conversar no mundo virtual e sim conversar no mundo real, cruzar o caminho e compartilhar do mesmo ar. A necessidade foi tão intensa que decidiram marcar um encontro, num lugar que os dois pudessem ir, num lugar próximo para eles. Escolheram a praia, por ser calma e agradável.

No dia do encontro, eles não estavam agüentando a ansiedade. As horas pareciam não passar, diferentemente das horas que passavam rapidamente quando estavam no mundo virtual. Quando, afinal, chegou a hora, ambos correram para o ponto de encontro. Ela chegou primeiro ao local, por ficar mais próximo de onde morava, por isso teve de esperar um pouco. Devo mencionar aqui que os dois nunca tinham se visto por webcam, fotos e ou outras formas que se pudesse ver. Mas como o coração sabe, quando certo rapaz alto e magro, de óculos apareceu ao longe, colocando desajeitadamente o seu cabelo, que estava para cortar, atrás da orelha, Ela soube naquele momento: era Ele.

A primeira coisa que Ela notou em Ele foi o nariz, afilado, empinado e de tamanho médio. Ela era louca por narizes e ficou admirava por encontrar um nariz perfeito em alguém que gostasse. Ele se aproximou, desajeitado como era, e deu-lhe um abraço. Ela, que era tão pequenina, teve de ser erguer para alcançá-lo. Ele achou fofo o gesto que Ela fez para lhe abraçar, por ser uma garota baixinha.

Foram então caminhando pela praia, conversando, até achar um bom lugar para sentar. Sentaram na areia, há alguns metros do mar e repousaram, observando aquele dia tão bonito, que se tornou cenário de um dia especial. De repente, Ele teve uma ideia: para observar melhor o céu, sugeriu que eles se deitassem na areia. Ela, que nunca havia deitado e geralmente não aceitaria uma coisa dessas, não pensou duas vezes; deitou seu corpo na areia, sem reclamar ou fazer objeções. Assistiram deitados ao espetáculo que o céu lhes reservou. Cores, nuvens, pássaros... era o que viam naquele momento. Em certos instantes, os olhares se desviavam do céu e se cruzavam. Seus corações sentiam uma vibração e batiam sincronicamente aos olhares cruzados. E Ela admirava ainda mais o nariz de Ele. Então, num ímpeto, levantou-se e deu um beijo na ponta de seu nariz e voltou a sua posição. Ele, surpreso por sua atitude, lhe sorriu. Em vez de ser ímpetuoso como Ela, Ele lhe pediu permissão para beijar a ponta de seu nariz. No que Ela permitiu, Ele se aproximou, beijou-lhe a ponta do nariz e a olhou diretamente nos olhos e lhe beijou a boca. O beijo foi suave, doce e bastante delicado. Ela correspondeu ao beijo, tornando aquele instante único e inesquecível, tão inesquecível, que hoje, após três anos, Ela e Ele não esqueceram e continuam eternizando momentos, só seus.

11 de julho de 2011

O descarado.

Ele era jovem e destemido. Um rapaz cheio de audácia e astúcia. Fazia coisas sem pensar nas conseqüências e quando elas vinham, ele não se importava; afinal, dizia-se um rapaz corajoso. Muitos adijetivos o definiam, mas o que melhor se encaixava era devasso. Adorava uma libertinagem, ou, partindo para o popular, aquela velha e boa sacanagem. Onde morava, era conhecido como o “cara-de-pau” por paquerar as mulheres alheias. Vez ou outra chegava em casa derrotado, cheio de hematomas. Era o que ganhava por mexer com quem não devia.

Aventura era com ele mesmo e um dia qualquer ele foi se aventurar. Como um bom descarado, resolveu que aquele dia era dia de “trepar, trepar e trepar”, em suas palavras. Saiu de casa às quatro horas da tarde, a fim de caçar alguma mulherzinha que estivesse a sua disposição. Foi até a casa do vizinho pedir a bicicleta emprestada, já que a caçada exigia que fosse a lugares mais distantes.

Estava pronto. Bicicleta em mãos, disposto, não precisava de mais nada. Passou por diversas ruas do seu bairro, mas não encontrou nenhuma mulher com quem pudesse se engraçar. Feias, gordas, velhas; nenhuma lhe agradava. Era exigente demais, um jovenzinho safado. Já quase desistindo, teve uma brilhante ideia: ir até a avenida para carregar uma prostituta. Era mais fácil, não precisava de conversa e sempre estava disponível para o sexo.

Não demorou muito e achou logo a que ele queria. Não era gorda, nem velha, apenas feinha. Mesmo assim ele a quis; tinha uma bunda enorme e era disso que ele gostava. Chegou perto e a chamou para conversar, sendo bastante direito.

- Quanto é que tá o negócio aí?
- Com tudo é cinquenta pau.
- Eita, é de ouro, é? Tá caro demais!
- Então vaza, moleque!
- Peraí moça, vamo negociar.
- Não tem conversa. Já disse, é 50.
- Tá, mas e uma rapidinha, fica quanto?
- Aí é 10.
- Então fechado.

Colocou a prostituta no bagageiro da bicicleta e saiu em direção a um matagal.; estava liso, não queria pagar um motel. A prostituta olhou com uma cara estranha, mas até achou melhor, pois como ia ser rápido, poderia logo voltar para o seu ponto. Ele deixou a bicicleta no chão, baixou as calças e mandou a prostituta levantar a saia e ficar de costas. Pegou em seu pau, ainda mole e começou uma punheta, olhando para a grande bunda que estava à sua frente. Não demorou muito e já estava duro. Pôs a camisinha, se aproximou da bunda, tirou sua calcinha e meteu com força, mas com agilidade. Em pé, do jeito que estava, ele trepou. A cada entra e sai, ele acelerava mais o ritmo. Foi tão rápido e tão forte que acabou derrubando a prostituta no chão.

- Eita! Sabe trepar direito não, é?
- Foi mal aí, é que não to conseguindo gozar. Vou ali rapidinho.

Antes que a prostituta se levantasse, ele pegou a bicicleta sem que ela visse e foi embora, sem pagar. Pedalou ligeiro, sem olhar para trás, achando graça do que tinha feito. Assim como tinha sido veloz na hora da trepada, foi veloz na hora de fugir. Tanto foi que, ao passar por uma rua esburacada, se enganchou num buraco e caiu. Não se machucou, estava inteiro, mas ao se levantar, viu um resultado não muito agradável. A corrente tinha se prendido nos raios e torado. Impaciente e furioso foi caminhando até encontrar uma oficina, para ver quanto dava o prejuízo.

- E aí? Quanto que dá mais ou menos o conserto dessa joça?
- Olha, pelo que eu estou vendo aqui, a corrente levou alguns dos raios e torou, né? Acho que em torno dos quarenta, cinqüenta reais, dá pra fazer o conserto direitinho.
- É o quê, moço? Peraí, tá muito caro esse troço aí.
- Ah camarada, a bike é do modelo novo. E o material é caro mesmo. Eu já tô fazendo uma pechincha pra tu, quer mais o quê?
- Puta que pariu! Pra quê que eu fui trepar hoje?











Ain gente, desculpa pelas palavras que pus no texto, mas queria colocar algo bem real, de acordo com o que eu imaginei. A inspiração para esse conto é uma história muito engraçada e eu já estava querendo trabalhar nela. Só espero que o resultado seja positivo hehehe.

7 de julho de 2011

Cinema Casual - Parte X.

Alguns dias haviam se passado. Mel tinha recebido alta do hospital e já estava em casa. Apesar de estar inteira, ela tem marcas em seu corpo que deixava claro que o acidente tinha sido recente. Mas Melissa não se importava com isso. Ela estava bem e tinha quem mais queria ao seu lado, Álvaro. Após a noite do cine no hospital, os dois perceberam que aquele encontro casual no cinema não foi apenas uma coincidência. Estava para acontecer, como obra calculista do destino. Como se fosse escrito nos mínimos detalhes, tudo para acontecer. O lugar vazio ao lado de Álvaro estava marcado para ela, o celular estava escondido entre as milhares de coisas que havia dentro da bolsa de Mel, a carteirinha de estudante adorava comprovar a lei da gravidade e se pôs no chão, num lugar que os olhos de Álvaro pudesse enxergar e claro, a coragem do menino tímido de ligar para uma estranha que conheceu no cinema.

Às nove horas de uma noite quente, Álvaro passou na casa de Melissa para pegá-la. Haviam combinado como costumavam combinar, ir ao cinema. Aquela era uma noite especial, pois fazia exatamente dois meses que o encontro no cinema tinha unido os dois amantes de filmes. Como o primeiro mês passou despercebido aos olhos deles, resolveram comemorar o segundo mês.

Foram caminhando até o cinema. Era perto da casa de Mel e como sugestão de Álvaro, eles deveriam ir caminhando, apreciando a noite e aproveitando para conversar tranquilamente.

- Sabe, geralmente eu me pego lembrando aquele dia... À caminho do cinema, eu pensava que filme eu iria assistir. E eu vejo que eu escolhi o filme certo.
- Claro, você sabia que ia me encontrar lá e escolheu o filme. Você me viu e quis sentar perto de mim e ainda deu a desculpa de que não encontrou o celular, só para pegar meu número.
- Não seja convencido. Eu disse que escolhi o filme certo, por que realmente aquele filme era bom. E eu nem olhei para você direito, garoto, só sentei lá por que era um bom lugar, a posição era ótima. E eu não dei desculpa nenhuma, eu realmente precisava achar meu celular. Mas lembre-se, quem se gratificou com o número foi você, me ligando naquela noite. O primeiro passo foi seu. – disse, rindo e beijando o pescoço de Álvaro.
- Quantas explicações, hein? Está com medo que eu pense que foi você que se interessou primeiro? Se bem que eu nem sei como eu tive coragem de te ligar naquele dia. Eu até pensei em ficar com a sua carteirinha, para ter uma desculpa e te ligar. Mas liguei mesmo assim, sem nenhuma desculpa. Arrisquei e consegui, viu?
- Você deveria levar um prêmio de “O garoto mais tímido e mais corajoso”.
- Bem que você poderia me dá esse prêmio, né? – olhou com uma cara fofa, se aproximando dos lábios de Melissa.

Os dois pararam no meio da rua. Mel subiu no meio fio da calçada, colocou os braços em volta do pescoço de Álvaro e tascou-lhe um beijo, que chegou a surpreendê-lo.

- Nossa, Melissa!
- Você não pediu o prêmio? Está achando ruim, é?
- Na verdade, achei sim, porque foi muito rápido. Posso receber um segundo prêmio?
- Pode, mas só depois do cinema. Se liga, Álvaro, só se recebe o Oscar depois dos filmes. – olhou bem fundo nos olhos de Álvaro, com cara de malícia.
- Hmmm, Oscar é sempre um ótimo prêmio. Acho que não vou agüentar assistir ao filme de tanta ansiedade.
- Vamos logo, está perto da hora da sessão. – puxou pela mão de Álvaro, apresando os passos.

A sessão que pegaram estava praticamente vazia. Havia muitos lugares vazios, que podiam ser escolhidos. Sentaram-se na última fila, que ficava bem na parede da sala. As luzes se apagaram e os trailers começaram a passar na tela. Álvaro cochichava coisas no ouvido de Mel e ela se segurava para não rir alto. Ele a puxava para perto, dava beijos e não a deixava olhar para a tela. Quando começou os créditos iniciais, ele se afastou e deixou que ela se concentrasse no filme.

O filme durou duas horas, mas para Álvaro foi como se tivesse durado três, quatro horas. Não chegou a prestar muita atenção ao filme. Quando a tela iluminava toda a sala, ele olhava para o rosto sério de Mel e ficava admirando, com a vontade de tocá-lo, de beijá-lo, mas se segurou, pois não queria atrapalhá-la.

- Não gostou do filme?
- Gostei sim, do filme “Melissa, o perfil”.
- Ah, seu bobo! Deveria ter prestado atenção, foi muito bom.
- Que nada. O que eu assisti foi muito melhor. Qualquer dia você assiste.
- Pode ser, mas eu prefiro a outra versão, “Álvaro, o perfil”.
- É, Mel, ótima ideia. Esse filme é incrível, você vai ver, vai adorar, vai amar!
- Vem cá, seu convencido. – tornou a beijá-lo, cada vez mais o deixando louco.
- E agora, vamos para onde?
- Qualquer lugar que você quiser me levar.
- Que tal minha casa? Posso cozinhar para você.

Pegaram um táxi na frente do cinema e se dirigiram para a casa de Álvaro. Era mais de meia-noite quando eles entraram na casa. Foram diretamente para a cozinha. Álvaro dizia que já tinha ideia do que ia cozinhar e pediu que Mel lhe fizesse companhia. Mel brincou, dizendo que estava assistindo a “Álvaro, o perfil” naquele momento. Enquanto Mel ‘assistia’ ao filme, Álvaro cozinhava. Parecia saber o que estava fazendo e o cheiro que saia das panelas arriscava um bom palpite.

Em menos de meia hora, já estavam na mesa, comendo e saboreando a comida. Melissa constatou que Álvaro era, realmente, um bom cozinheiro. Após a refeição, arrumaram a cozinha e foram se sentar no sofá, já um pouco esgotados do dia. Entreolharam-se diversas vezes, tentando invadir suas mentes, adivinhando o que estavam pensando. Álvaro não pensou duas vezes. Pegou Melissa no braço e a levou para o seu quarto. Mel não fez nenhuma objeção à atitude de Álvaro, deixou que ele a carregasse. Ele a deitou em sua cama e em seu ouvido revelou tudo aquilo que sentia, todo o seu sentimento de amor por ela. Ela respondia o mesmo, com palavras que saiam de sua alma. E ali, no meio de tantas demonstrações de afeto, selaram, pela primeira vez, um amor que foi construído em telas de cinema.

THE END.





Finalmente! Desde Fevereiro com esse conto-série, mas hoje, finalmente, terminei. Apesar de não haver preparado o final, eu esperava um pouco mais dele. Mas não posso exigir muito. Espero que tenham gostado. Na próxima, não vou me demorar tanto assim.