28 de fevereiro de 2011

Cinema Casual - Parte II.

- Ei! – Mel olhou para trás e viu que era com ela. – Você ia esquecendo isso aqui. – E mostrou a carteira de estudante dela.
- Ah, nossa! Se eu perdesse isso, estava morta. Obrigada, mais uma vez.
- Que nada, não há de quê. Mas se eu não te alcançasse, eu teria teu número, aí poderia te ligar. –
- É mesmo, né? Mas nem foi preciso. Bem, vou indo, obrigada.
- A propósito, bonito nome. Tchau. – e se dirigiu à saída apressadamente, antes mesmo que Mel pudesse se mexer.

Mel gostou daquele contato com o rapaz bonito. Sentiu uma atração repentina por ele. Foi gentil com ela e aparentava ser muito simpático. Além disso, era um cinéfilo solitário, como ela.

Voltou para casa e ficou pensando naquela comunicação instantânea. Ela tinha o número dele, mas não sabia o seu nome. Ele também tinha o número dela, porém sabia seu nome. Sentiu uma necessidade de ter um contato a mais com aquele rapaz, pois parecia a ela que ele tinha muito o que oferecer com sua conversa. Por um breve momento, passou pela sua cabeça a ideia de telefonar para ele, mas desistiu da ideia.

Já à noite, preparada para dormir, Mel sentiu seu celular vibrar. Era uma mensagem, de um número não cadastrado em sua agenda:

“Oi, Melissa. Te conheci hoje a tarde, no cinema, se é que você lembra. Desculpa está te mandando essa sms, é que, sei lá, achei que agente poderia conversar, sei lá, sobre o filme. Ah, meu nome é ÁLVARO. Abraços.”

Ela levantou-se da cama e leu mais uma vez a mensagem. Procurou nas suas chamadas perdidas e o número da mensagem era o mesmo número do rapaz que lhe fez o pequeno favor no cinema. Ela achou engraçado o jeito de como ele escreveu a mensagem. Bastante cauteloso, para não errar nada. Parecia que tinha ensaiado o dia todo e que mandou com os olhos fechados, antes de se arrepender. Gostou da proposta e respondeu ao rapaz:

“Ah, oi. Esqueci algo e você encontrou? Brincadeira. Adorei a proposta. E a gente conversaria como, por sms, por telefone, ou pela Internet? A propósito, bonito nome. Abraços!”

Em instantes depois, Mel recebeu a resposta de Álvaro:

“Eu ia sugerir para conversarmos ao vivo, mas se quiseres conversar agora, posso ligar para o seu celular, já que o meu é ilimitado. Pode ser?”

Mel respondeu que sim e Álvaro ligou imediatamente. Ela que, antes de receber a mensagem, estava com sono, parecia estar muito desperta. Conversaram por quase duas horas, sobre cinema e outras coisas mais.

24 de fevereiro de 2011

Cinema Casual - Parte I.

- Boa tarde.
- Boa tarde, eu queria um ingresso para Noites Estreladas.
- Inteira ou meia?
- Uma meia, por favor.
- Pode me mostrar a carteira de estudante.
- Ah, desculpa. Tá aqui.
- Obrigada. Ta aqui seu ingresso. Tenha um bom filme!
- Obrigada você também.

Mel adorava ir ao cinema sozinha. Não era por falta de companhias, pois seus amigos sempre a chamavam, mas ela quase nunca aceitava. Ela não gostava muito das conversinhas antes, durante e depois do filme. Preferia se ‘preparar’ sozinha, absorver o filme e entendê-lo por suas conclusões.

Chegou na sala 8, a indicada no ingresso. A sala não era muito grande e já tinha bastante gente ocupando os lugares. Por sua sorte, os melhores lugares não estavam ocupados, restavam alguns solitários lugares, entre grupos de amigos. Como ela estava só, podia escolher qualquer um daqueles lugares.

Sentou-se ao lado de um rapaz que aparentava estar na mesma situação que ela. Ele tem um rosto bonito, constatou Mel. Acomodou-se em seu lugar, tirou seus sapatos e escorou seus pés na poltrona da frente, que não havia ninguém. As luzes se apagaram e os trailers e propagandas começaram a passar na tela. Mel se lembrou que havia se esquecido de colocar seu celular no silencioso e se pôs a procurar em sua bolsa. Apesar de a tela iluminar um pouco a sala, ela não conseguiu achar o celular. Imaginou que na melhor parte do filme, seu celular ia tocar. Isso não poderia acontecer, pois passaria a maior vergonha. Resolveu falar com o rapaz ao lado.

- Ei, oi! Não estou encontrando meu celular e queria colocá-lo no silencioso. Na verdade, nem sei se está aqui. Mas será que você poderia ligar para ele, para eu ter uma certeza?
- Ah, claro. Me diz o número.

Mel deu o seu número e em instantes seu celular começou a tocar baixinho e vibrar. O toque foi aumentando e logo ela achou o aparelho. Agradeceu envergonhada ao rapaz e o colocou no silencioso. Os trailers haviam terminado e o filme estava para começar. Mel guardou o celular num bolso estratégico da bolsa e voltou sua atenção para tela.

O filme terminou e Mel gostou do que viu. Era além do que ela esperava. Gostou muito das atuações, do tema romântico e dos cenários. Antes mesmo dos créditos começarem a passar, ela se levantou apressada. O rapaz, que estava sentado ao lado dela, viu que ela estava indo embora, se levantou e correu atrás dela.


Acabei me empolgando escrevendo a história, então decidi
dividí-la por partes. Espero que gostem do primeiro. :)


23 de fevereiro de 2011

Há sempre uma maneira de salvar o seu dia.

Em uma bela manhã acordei. Abri as cortinas e a janela do meu quarto e raios de sol invadiram o ambiente, por todos os lados e frestas possíveis. Toda aquela luz, apesar de forte e incomodar um pouco meus olhos semi-abertos, me fez despertar imediatamente. Fazia tempo que eu não acordava tão feliz em ver o sol e seus raios. Aquilo me atingiu de uma maneira que não sei explicar. Foi um estado repentino, de euforia, que me pegou.

Já acostumada com a luz do sol, fui até a janela para observar melhor e pude ver aquele brilho intenso do sol e algumas poucas nuvens distribuídas por todo aquele céu azul turquesa. Esbocei um sorriso de ponta a ponta com uma ideia magnífica que tive: ir à praia. Nada melhor do que observar aquele céu bonito, sentada numa cadeira, embaixo de uma sombra e tomando uma cerveja ou uma água de coco.

Não queria largar da janela, mas também não poderia perder meu precioso tempo. Procurei meu melhor biquíni e fui às pressas tomar meu banho. Quando a água gelada caiu sob meu corpo quente, era como se eu já estivesse na praia, mas necessariamente no mar, mergulhando, com as ondas batendo em meu corpo.

Imaginar para quê? Coloquei meu biquíni, calcei minhas sandálias de praia, peguei minha bolsa, com meus pertences e fui diretamente para a porta. Quando pus meus pés no tapete, o misto de felicidade mudou para tristeza e decepção. Aquele céu, azul e bonito, com seu sol e raios, mudaram repentinamente para um cinza escuro. Eu não via uma pontinha sequer de azul, muito menos algum raio de sol escapando.

Não entendi como tudo mudou assim tão de repente. Eu queria sol, eu queria um céu azul. Eu os tive por pouco tempo e não os apreciei fora de casa. Sentei-me desconsolada na varanda, olhando aquela chuva que começava a cair. A chuva foi se tornando torrencial e eu ainda observava, com um olhar triste. Acabei me cansando de estar entregue à tristeza e de repente me levantei. Já estava de biquíni e não seria difícil descer dois degraus para tomar um banho de chuva.

Entreguei-me a felicidade de receber a água da chuva, já que não poderia receber a luz do sol. Enquanto pessoas passavam correndo pela rua, com seus guarda-chuvas, lá estava eu, pulando em poças, com o corpo todo molhado e rindo à toa.

Se o tempo achou que eu ia me entregar a tristeza, ele estava muito enganado. Solução sempre tem, é só encontrar.



Gente, acreditem! Eu não tinha pensado na possibilidade de os acenos serem de boas vindas. Vocês são uns gênios, obrigada!

19 de fevereiro de 2011

Acenos.


Quando fechei meus olhos, diversas imagens de mãos acenando apareceram em meus pensamentos. Pude enxergá-las como se fossem direcionadas a mim. Será que o mundo estava dando adeus para mim e eu não sabia? Será que eu estava partindo para longe e não iria mais voltar? Aqueles acenos não me saem da cabeça. E fico sempre me perguntando: "será? será? será?"
Tenho medo das respostas.

17 de fevereiro de 2011

Príncipio.

Era Dezembro. No centro da cidade, nessa época, sempre tinha festivais e dessa vez era um festival maior, com bandas de todas as regiões do país. Lorena não poderia faltar, pois adorava os festivais do centro (que sempre eram gratuitos) e seu namorado, amigos e familiares iam estar por lá. Ela já estava de férias e, portanto não se preocupava muito com o horário da volta, afinal, era tranqüilo. Tinha o famoso ônibus bacurau para voltar.

Arrumou-se cedo em casa e encontrou-se com seus primos numa parada próxima de casa, para não ir sozinha. Não demorou muito, o ônibus chegou, porém lotado. Em menos de meia hora ela e seus primos já se encontravam no centro. O alívio era grande, pois ir em pé no ônibus não era seu forte.

Desceram no cais da cidade, o local mais próximo para chegar ao palco. Não tiveram de andar muito; atravessaram a ponte e já estavam lá. O local, que era a céu aberto, estava lotado e de todo tipo de gente. Tinha os coloridos, os góticos, os pagodeiros e outras mil tribos.

Os shows começaram. Alguns iam para frente do palco, cantar e pular com a banda, outros olhavam de longe aquela algazarra e milhares de mãos para cima. Lorena arriscou um ou outro, pois não gostava de multidões. Mas a animação, o contagio, a energia a fazia sorrir, se divertir. Ficava ao longe, observando. Era bonito de se ver o público acompanhando a atração.

Mesmo tendo outras atrações para se apresentarem, Lorena e seu grupo decidiram que já era hora de ir embora. Os ônibus da volta eram piores que os da ida, então quanto mais cedo, melhor. Então se dirigiram novamente para o cais, a fim de pegar o tão famoso bacurau.

O ônibus estacionou na linha e ficou parado durante cinco minutos, o tempo de todos os passageiros subirem. Lorena e o grupo, que já estavam no começo da fila, entraram e conseguiram lugares para sentarem uns próximos dos outros.

A viagem de volta parecia tranqüila, pois a maioria dos passageiros estava cansada e descansava sua cabeça no encosto da poltrona. Alguns engraçadinhos, que tomaram duas cervejas e achavam que estavam bêbados, arriscavam soltar piadas sem graça, que nem o próprio ria.

Mas o que parecia ser tranqüilo deixou todos tensos. O ônibus, ao entrar em uma avenida, foi atingido por uma pedra. E a graça foi tomada pelo pânico. Lorena, que descansava no ombro do seu namorado, despertou imediatamente. Pedaços de vidro voaram para todos os lados. Algumas pessoas ficaram feridas. Outras se preocupavam como ia ser na hora de descer. O ônibus parou alguns metros depois do local em que foi atingido. Os passageiros, ainda tensos, gritaram para o motorista não parar o ônibus. E seguiu, quase sem parar.

Mais a frente, na mesma avenida, as pessoas que se encontravam com Lorena desceram. No meio da agonia e da pressa, ela preferiu ir para sua casa, que se encontrava a algumas paradas depois, com o namorado. Lorena, que ainda estava tensa com o que acabara de acontecer, pegou logo sua chave do bolso e segurou com força em sua mão fechada.

O ônibus dobrou um posto de esquina e parada era logo ali. Um rapaz, que aparentava ter vinte e três anos andava sozinho naquela rua e encarou todos do ônibus, bradando algo que não chegaram a entender, mas pelo tom, boa coisa não era. Lorena, seu namorado e mais um casal desceram na mesma parada. Enquanto desciam, o rapaz observava da esquina. Algum passageiro falou: “Vão com Deus” e o ônibus partiu. O outro casal foi numa direção contrária e Lorena e seu namorado foram por uma rua descalçada e não olharam para o rapaz.

Quando deixaram de estar no campo de visão do rapaz, eles começaram a correr pela rua descalçada, sem olhar para trás, sem parar. Mas chegou um momento que tiveram de dobrar numa rua, que provavelmente entrariam no campo de visão de rapaz.

Começaram a andar devagar e Lorena falou: “Não olhe para trás”. Como seu namorado nunca escutava o que ela dizia, ele acabou olhando. Olhou uma vez e outra. E a última coisa que ele disse foi: “Corre!”. Lorena não pensou duas vezes e começou a correr. Chegou à rua de casa e correu ainda mais rápido e gritou: “Pula o muro”, mas novamente seu namorado não escutou. Ela pulou e ele abriu o portão, fazendo então um barulho. Quando Lorena pulou, algumas plantas a atrapalharam e ela praticamente voou em direção ao chão, com mãos e barriga. No meio da tensão, não sentiu dor alguma e se dirigiu o mais rápido possível para o portão, enquanto seu namorado corria agachado.

Entraram finalmente em casa e não foram checar se o tal rapaz estava pela rua. Disso não teriam coragem. Lorena se jogou no chão, tentando conter a respiração e então notou que estava machucada. Seu namorado a levou ao banheiro, para ela lavar suas mãos, que tinham pequenos pontos de sangue. Ela, nervosa, chorava e seu namorado a acalmava, passando a mão em seus cabelos e dizendo: “Já passou, estamos bem”.


Essa história é real e aconteceu comigo. Poucas coisas são ilustrações, mas o pico da história é verdadeiro. Eu quis, há um tempo, escrever sobre isso e finalmente me dediquei a escrever. Não ficou do jeito que eu queria, mas dá para entender o ocorrido. Pois é, é que hoje, o blog faz 1 ano e 1 mês (o dia 17 de Janeiro foi passado despercebido). Foi mais ou menos a partir dessa história que o blog nasceu. Essa história foi em Dezembro, mas o blog foi criado em Janeiro (2010). Esse Janeiro foi um mês complicado para mim, eu dormia todo dia às 5h da manhã, com medo de algo que eu não sabia o que era. Bem, o ocorrido de Dezembro me deixou traumatizada. Mas enfim, criei o blog, comecei a escrever e driblei esse trauma. Por um lado, foi bom isso ter acontecido, pois o blog não existiria hoje. Digo, ele poderia existir, de alguma outra circunstância. Mas quando, eu não sei. Parabéns ao Inercya, por 1 ano e 1 mês de vida, rs.

14 de fevereiro de 2011

Zwei jahre und sieben monate.

É incrível como o tempo passa. E mais incrível ainda como nada mudou entre nós. Digo, o amor é o mesmo. Na verdade, mudou um pouco. O amor, ao decorrer dos dias, meses e anos, só fez aumentar e aumentar e aumentar. Em nenhum momento eu te amei menos. Nem nas vezes em que a gente brigou. Ah, sei que somos um casal, digamos que, raro. Brigamos pouco, aceitamos algumas coisas que outros casais abominariam, mas somos assim e desse jeito somos felizes.
O que eu também acho incrível é o poder que você exerce sobre mim. Você nem ao menos sabe que tem esse poder, mas eu afirmo, você tem. Hoje eu digo que te odeio, não por te odiar, obviamente. No momento da raiva, a gente diz qualquer coisa. E eu fico com raiva, te odiando e me mordendo por dentro, para me desculpar e poder ouvir tua voz dizendo que me ama. Mas meu eu e meu orgulho se escondem. E enquanto isso a angústia aparece e começa a me corroer. Já aí não aguento mais e tento me reconciliar.
E quando você está longe? Parece que meu mundo fica cinza. Nada tem graça, nada que eu faça vai conseguir me distrair. A saudade aperta tanto que chega doer até fisicamente. O que me resta é esperar o tempo passar. E ler suas mensagens, ver suas fotos e cheirar sua camisa são tudo o que me conforta. Mas é só você ficar longe para eu perceber o quão intenso é o meu amor por você. Sei que é intenso, mas não sei o tamanho. É incomensurável.
E se eu pergunto 'por que eu te amo'? Não há resposta para isso. É como você disse, o amor faz parte do acaso. Acaso não se explica. Logo, o amor é um sentimento inexplicável. Ele simplesmente aconteceu.
Mesmo que houvesse resposta, eu não gostaria de saber. Para quê perder tempo com essas perguntas, enquanto a gente pode amar? Prefiro ficar assim, sem saber e ter você, só para mim. Por que amor para dar eu tenho muito e todo ele é para você, meu amor.

7 de fevereiro de 2011

Revelando-me.

Você pode achar que me conhece, mas vai estar errado. Nem eu ao menos me conheço, então acho difícil alguém me conhecer. Sou um mistério. Escondo-me através de máscaras. Não aquelas falsas, mas aquelas que são colocadas para esconder o verdadeiro sentimento. Uso muito delas.
Você vai achar que estou bem, mas é apenas aparência. Se você não perguntar, não vai saber. E se perguntar, também não vai saber. Escondo tudo por trás dessa minha máscara. Meu olhar às vezes mente. A tristeza me assombra e eu tento driblá-la, sem pedir ajuda. Tento algo para me distrair, funciona por vezes. Mas é bem difícil. E é mais difícil me 'abrir' com alguém, contar os meus problemas, o que me incomoda... Não sei por que sou assim, não sei por que não consigo.
Eu não saio por aí contando tudo o que acontece para todos. Eu converso, mas tem coisas que não consigo por para fora. E às vezes só observo calada. Presto atenção, mas não 'consigo' entrar na conversa. Ou então não presto, vou caminhando para outro mundo, com os olhos arregalados.
Me acho estranha por ser assim, mas acho que não estou sozinha no mundo. Por aí, perdidas, devem ter pessoas, assim como eu, com dificuldades sociais. É meio que exagero dizer dificuldades sociais, como se eu fosse uma nerd, que não conversa com ninguém e que é excluída. Mas foi o mais próximo que pude achar para se encaixar na situação.

Uma palavra que me define: hermética.




A melancolia me fez escrever esse texto. Posso ter me precipitado ao me revelar, mas já está feito.

6 de fevereiro de 2011

2 de fevereiro de 2011

Selos. :)

Engraçado... Todo dia entro no blog, leio os que eu sigo e os novos que comentam por aqui, mas me esqueço de algo principal: postagem. É incrível como isso acontece sempre comigo. É que ultimamente ando muito desligada, sabe? Aí já viu...
Bem, vamos ao que interessa. Como eu disse no post anterior, eu tinha os selos para postar e finalmente me rendi. Gente, foram tantos selos, que eu nem sei como organizar, mas vamos lá.

Este eu recebi de Isadora, Jéssica e Bell.

Por Isadora e Bell.


Por Jéssica.

Por Bruna.


Bem, recebi mais um de Isadora, uns cinco a mais de Bell, só que para não ficar tão grande, resolvi não colocá-los aqui. Obrigada a todas vocês, meninas, por me indicarem. Fico felissíssima quando vejo meu blog nas suas indicações. :)
São muitos selos e muitas regras, então prefiro só indicar.

Indicados:

Descontrolando;
Alquimista de Sonhos;
Depois de Tempos;
Doce meio amargo;
faces e fases;
Flores de um jardim;
Hold all your memories;
Uma loucura terna;
Sonhos e Silêncios.


Vale a pena ler os indicados. Um beijo a todos!