30 de janeiro de 2011

Pesadelo (ou algo fora do normal).

Hoje eu ia postar os selos que recebi, mas algo aconteceu e me intrigou bastante e resolvi falar sobre isso.
Deitei para dormir e era 1h da manhã. Como eu havia dormido por duas horas na parte da noite, fiquei com um pouco de insônia. Daí acordei o namorado e me deitei do lado dele. Ele voltou a dormir e se virou e eu, não sei por que, fiquei com o corpo todo esticado e dormi de barriga para cima (o que raramente acontece, pois só durmo de bruço). Em meio a esse episódio, comecei a sonhar. Sonhei que estava num banheiro da minha casa e a porta estava aberta. Algumas pessoas conversavam do lado e fora e eu ouvia tudo. Comecei então a ficar parada, não mexia nada. Eu tentava pegar o sabonete, mas meus braços não saiam do lugar, estavam para baixo, exatamente como eles estavam na realidade. Tentei então me abaixar e pegar o sabonete com a boca, mas eu comecei a escorregar encostada na parede do banheiro. Então, não sei se foi de repente (ou aconteceu outras coisas e eu não lembro), mas logo depois de eu estar escorregando, eu me vi deitada, onde eu estava exatamente. Novamente, eu não conseguia me mexer. Eu sabia que era sonho e lutava para acordar. Só sei que teve uma hora que algo, como uma força, começou a me levantar e me vi em pé, meio inclinada para trás, diante da cama. Neste exato momento, alguém abriu a porta e ficou sem entender o que era aquilo. Meus olhos (eu via) estavam entreabertos e eu queria falar para essa pessoa me acordar e não conseguia. Fiquei lutando contra mim mesma para acordar. Eu estava perdendo a respiração...
Finalmente acordei e me senti sufocada. Respirei fundo várias vezes e acordei novamente o namorado, pois eu estava em pânico. Estou acordada até agora (4h da manhã), pois fiquei com medo de dormir e sonhar isso mais uma vez. É meio assustador quando você acorda. Fica uma sensação de pânico e a insônia é forçada. Me considero sortuda por um lado, pois das vezes que isso aconteceu, eu não estava dormindo sozinha, tinha alguém para compartilhar comigo.
Afirmo que não é a primeira vez que isso me acontece. Já aconteceram outras, de formas bizarras também, só que hoje quis saber o que era isso e fui pesquisar. Li algumas coisas e acabei achando o que eu queria. O fenômeno chama-se Paralisia do sono (o artigo é interessante. Se quiserem saber como acontece, vale a pena ler). É mais fácil ler o artigo, pois achei complexo para eu poder explicar, mas é exatamente isso. Tem algo a ver com o estado REM do sono, mas já li e até agora não entendi direito. Depois disso, estou até pensando em pagar uma cadeira de psicologia que seja relacionada a isso, pois sempre quis descobri os mistérios que nos cercam durante o sono. Mas sei que descobri realmente é meio difícil, mas pelo menos queria saber um pouco mais, me aprofundar nesse assunto.


Se já aconteceu com vocês, compartilhem comigo.

27 de janeiro de 2011

Provocação e desejo.

Seus olhos se arregalaram com o que havia a sua frente. Não tinha palavras para descrever aquele monumento. Fechou e abriu rapidamente os olhos, como se a "miragem" fosse sumir, mas não, era verdade. Curvas, seios, cochas... Havia um belo corpo a meio metro de distância; um corpo de mulher. E o corpo monumental foi se mexendo devagar, ainda vestido. Ele, observando toda aquela exuberância, ficou estatelado. E o que antes era flácido, ficou extremamente duro em apenas segundos. Não moveu um músculo, não piscou mais os olhos. Não ousaria perder o melhor momento. A mulher se aproximou, com um sorriso de satisfação, por ver o grande volume que havia nas calças do garoto. Desabotoou suas calças e o mandou levantar. O garoto, inexperiente, fez o que ela mandou. Ele tremia de nervosismo e ela dizia baixinho em seus ouvidos: “Fique calmo, eu estou aqui para cuidar de você”. A voz era sexy e fazia seu corpo todo se arrepiar.

A calça foi jogada longe, junto com a cueca samba-canção. O garoto, que já estava sem blusa antes de tudo, agora estava completamente nu. A mulher o mandou sentar na ponta da cama e observá-la. Era o grande momento. Começou tirando devagar seu vestido vermelho, desabotoando os vinte botões que tinha em sua roupa. A cada botão tirado, o garoto sorria nervoso e excitado ao mesmo tempo. E a mulher não tirava os olhos do garoto, observando suas reações. Quando o vestido alcançou o chão, a pele alva da mulher foi exposta. A lingerie preta se destacava em seu corpo. Olhando para aquela exuberância, o garoto pôs a mão em seu órgão sexual, mas a mulher fez um gesto com o dedo indicador, balançando para a direita e para a esquerda. Como um bom menino, ele aceitou a ordem, mesmo contra sua vontade, seus desejos e ímpetos.

Da mesma maneira que ela tirou o vestido, ela foi tirando a lingerie. Primeiro foi o sutiã. Virou-se de costas para o garoto e tirou lentamente, dançando num embalo sem música. Seus seios pularam, como que respirando aliviados por estarem em liberdade. E o sutiã foi arremessado em direção ao garoto. Ele já não agüentava mais de tanta excitação, de tanto tesão. Ele foi em direção a ela, mas ela fez o mesmo gesto com o dedo. Achava uma tortura ver tudo aquilo e não poder fazer nada.

E “le grand finale”: a calcinha. Ela propôs um desafio ao garoto e ele aceitou, obviamente. Foi com bocas e bocas em direção ao desafio: tirar a calcinha com o dente sem rasgá-la e não tocar nas suas partes íntimas. Se as regras fossem quebradas, ela colocaria toda a roupa de volta. Mas como um garoto obediente, que aprende todas as tarefas, ele fez tudo como ela pediu, ainda resistindo àquela tentação. Tirou devagar, com os olhos fechados, até os pés. E quando finalmente ela estava totalmente nua, jogou o garoto na cama, pulou em cima dele e disse: “Bom garoto”.


Fazia tempo que não escrevia algo assim, mas fui amena, hehe. Ah, e se gostaram, sugiro que leiam esse e esse. GENTE, esse é o melhor tema ever. HAHA Mas saibam de uma coisa: melhor que ler e escrever é FAZER! Prontofalei!


24 de janeiro de 2011

Relato da noite passada.

É algo real, mas transformei em conto.

Eram onze e dez da noite. Eu estava na internet tentando conversas interessantes e lendo coisas. Abri um vídeo idiota de cinqüenta e sete minutos, com uma risada quase infinita. Não conseguia deixar de ri no instante que eu colocava os olhos na criatura. Eu estava me divertindo, não só com o vídeo, mas com algumas conversas. A irmã, que estava na cozinha, chamou-me para ajudá-la nos salgadinhos de queijo. Aumentei o som da risada quase infinita e fui à cozinha. Comecei a enrolar a massa do salgadinho, até formar uma bolinha. Era o que irmã também fazia. A luz piscou uma, duas, três vezes e em poucos segundos se fez o escuro. E agora eu não escutava mais a risada e sim o medo da minha irmã. Nossas mãos estavam sujas da massa e não podíamos tatear nada. Vela? Não tinha. Celular com lanterna? A sorte era que um amigo do meu irmão estava aqui e o celular dele era com lanterna. Então terminamos de enrolar os salgadinhos, para logo colocar no forno, que já estava esquentando há alguns minutos. Justamente esse amigo do meu irmão disse que tinha uma vodca no carro dele. E o que fazer em meio ao tédio de uma noite chuvosa e escura?

Ele trouxe a vodca e eu cacei no armário um daqueles sucos que só coloca água e está pronto. Tinha manga e tangerina; como eu não suporto manga, peguei o de tangerina. Tinha uma garrafa com água na geladeira e então despejei o conteúdo ali mesmo. Tampei a garrafa e chacoalhei o líquido. Estava pronto nosso suco. Confesso que deixei água demais na garrafa e ficou um pouco aguado, mas para que eu iria me importar com aquilo?

Enchemos nossos copos e nos pusemos a conversar. Não eram aleatórias as conversas, era algo revelador, algo engraçado... Não tínhamos pudor. O que vinha à mente era assunto. E é claro que a bebida ajudava um pouco nessas conversas, mas não tinha tanta sobriedade. Houve algumas tentativas de desempate (desempate esse que não me posso por a falar), que deixaram de ser tentativas.

A fome bateu em certa hora. Nada havia de prático para fazer. Achei uns pastéis recheados de queijo só esperando para serem fritados. Estavam colados uns aos outros, mas não deixei de fritá-los. Fui pegando pedaços e mais pedaços e não liguei se eles estavam abertos ou não. Fritei-os mesmo assim e os comi. O suco não era eterno, uma hora acabou, mas não a vodca. O gelo já estava derretido dentro do congelador e eu não ia arriscar a tomar vodca pura. Acabando o suco, não se tem mais bebida. Pelo menos para mim.

Fui deitar. A janela do quarto estava aberta, mas o calor reinava. Não ventava. E a conversa ao lado também não me deixava. A chuva tinha cessado, mas voltou com toda força naquela hora. A janela foi fechada e uma ideia surgiu: fumar. Levantei-me num pulo, aceitei a ideia. Fui até o terraço; a noite naquele ambiente estava fantástica. Posso dizer que foi a melhor hora dessa noite. E luz não precisava, pois o cinza do céu iluminava um pouco. Foi incrível. Eu, fumando um cigarro, deixando que a cinza se formasse e não caísse, a chuva caindo lá fora e eu presenciando tudo aquilo, sozinha. O vento forte que estava vindo não parecia me incomodar. Eu sentia e apreciava. Era como se ele estivsse entrando pelos meus poros. Foi um momento único e se houvesse luz não seria igual. Verdade é que eu queria que aquilo se repetisse.

Após esse episódio, outras coisas mirabolantes aconteceram. Saí do terraço, pois havia um estranho muito louco andando na chuva. Eu achava que seria impossível de ver alguém naquela chuva, mas cada louco tem suas loucuras. Terminei meu cigarro dentro de casa, e meu irmão e seu amigo ficaram encarando o estranho, que por sorte, foi embora. Tentei dormir novamente, migrando o colchão para a sala, que tinha uma porta direcionada para o terraço, que de lá vinha ar. Mas conversas e bulinações não me deixaram, de novo. E quando fiquei só no colchão, o medo apareceu. Eu dei às costas a ele. Mas apareceu outra coisa: mosquitos. Calor ou picadas de mosquitos? Escolhi o calor, claro. E finalmente, quando eu já estava entregue a essa noite sem luz, algo pisca, reacende. Reacendeu a felicidade para mim. Às quatro horas da manhã a luz voltou. Corri para o meu quarto. Pude enfim dormir.

21 de janeiro de 2011

É verdade?



Vim aqui para dividir minha alegria com vocês! Parece mentira, ainda nem acredito, mas EU PASSEI NA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO! Sabem o que é isso? :D
Estou sem acreditar ainda. Preciso descer, por que eu estou nas nuvens!
Não sei se mereço, por que como vocês bem sabem, ano passado eu não estudei. Ah vai, só estudei na véspera. Mas não me esforcei o ano todo, como outras pessoas fizeram. Sei lá, valeu pelo esforço do ano de 2009. Enfim... :D
Ah, fiz uma promessa que, se eu passasse, ficaria seis meses sem beber Coca-Cola. Agora só dia 21 de Julho! Antes mesmo de sair o resultado, eu comprei uma latinha. Minha esperança estava firme. Bebi minha última Coca-Cola nesse semestre. Mas isso vai valer à pena! Valeu à pena!

Beijos, amores.

19 de janeiro de 2011

A hora mágica.


O campo era vasto e a vista da varanda dava para uma bela paisagem. Sentada numa cadeira, pousando os olhos sobre um livro, Sofia lia. Às vezes desviava o olhar para admirar o quadro real que estava à sua frente. Não sabia o que lhe atraía mais, pois os dois eram-lhe propícios para o momento e para o tempo. Desistiu de ler; a paisagem lhe chamou a atenção. O céu estava cinza, mas havia algumas brechas azuis e os raios solares escapavam por entre as nuvens. Decidiu então admirar mais de perto aquele contemplamento que natureza estava lhe proporcionando. Desceu às pressas as escadas da varanda, porém hesitou no último degrau. Sentiu uma pequena brisa tocar-lhe a pele e respirou profundamente aquele ar puro que adentrava em suas narinas. Tirou seu chinelo e pisou na grama com os próprios pés. Sentindo a grama e a terra úmida, correu pelo campo, saltitando. Seus cabelos agora esvoaçavam com o vento. No meio do caminho encontrou um tronco caído; deitou-se no chão e repousou sua cabeça naquele tronco. Sua alma sorria. Ela enfim sorria. Ao longe, via o sol se escondendo por trás das montanhas. Apreciou, com os olhos brilhando, aquele belo momento. Sentia-se bem; sentia que tudo aquilo era um grande presente enviado pelo Todo Poderoso. Adormeceu onde se encontrava, na esperança de, no dia seguinte, contemplar mais uma vez aquela hora mágica.


Ah, Bruna diz que eu sou fonte de inspiração. Pois ela também,
me inspirei na escrita dela para escrever esse texto ;)


16 de janeiro de 2011

12 de janeiro de 2011

Selo Inercya.

(espero que entendam a piada da imagem :P)

O post tá grande, eu sei, mas só leia se estiver interessado.

Bem, como falei na postagem anterior, eu disse que o próximo seria uma surpresa e que vocês iam gostar. O fato é que me inspirei nos diversos selos que Bruna (Freescura) me indicou e nos tantos outros que eu recebi. Então decidi fazer um selo único e dedicá-los aos blogs que eu sempre leio e que mais gosto, pois realmente merecem. Foi bastante difícil escrever sobre cada uma, mas espero que gostem.

Começarei a falar de cada blog na ordem que está no meu perfil.

[Re]Construções, o blog de Tati. Eu sempre me encanto com os escritos de Tati, que mesmo que sejam simples, são também belos. Às vezes ela faz umas séries curtas e outras digamos que longas. E eu fico ansiosamente a esperar por mais um texto. Tem também aqueles textos maravilhosos de amor, que fazem meus olhos brilharem a cada leitura. Cada detalhe dito, cada linha, me faz suspirar e ter a certeza que o amor existe e que não há lei para se amar. Tati me afirma isso através dos textos dela e é por isso que sempre estou presente por lá.

Alquimista de Sonhos é o blog de H. Steiner. Até hoje eu não sei o nome dela (também por que eu nunca perguntei), mas o blog dela é incrível. Têm sempre textos sobre o modo de ela pensar e geralmente eu me identifico. Além disso, ela põe trechos de animes que são bem bonitos. E outra, ela sempre fala de Deus. Cada exemplo, cada história, me deixa refletindo. Ela fala de uma forma bonita, com coragem, sem medo de ser repreendida. A admiro por isso.

Assinado eu, o blog de Isadora. De uns tempos para cá, ela tem postado muito pouco, mas quando ela posta, eu já estou lá, nunca deixo de lê-la. Isadora tem uma intensidade nos textos, principalmente nas poesias, que me deixe estupefata. Eu passei a gostar de poesia lendo o blog dela e a agradeço por isso. É tão verdadeiro o que ela escreve que parece que a vejo escrevendo, de tão extraordinário que é. Além disso, a garota é polêmica. E eu adoro polêmicas, que geram discussões.

Come on girl é o blog de Taiana. Na verdade, ela era Tolices Sagradas, mas há tempos não posta por lá. Pois bem, eu já acompanhava o antigo e ando acompanhando o novo. E Taiana escreve incrivelmente bem. A cada capítulo que ela escreve, me dá uma energia incrível, uma curiosidade sobre o que vai acontecer depois. É quase um livro e é daqueles que prendem e viciam. E tudo que eu já li até agora valeu à pena.

Doce meio amargo, o blog de Nina. Nina posta todo dia e às vezes é até difícil de acompanhá-la. Se eu passo dois dias sem entrar, já perco muita coisa. Geralmente ela faz séries de contos com uma criatividade incrível. Não só as séries, mas os outros textos fictícios que ela faz também acho bastante criativos. É admirável, pois não sei como ela consegue ter tanta criatividade assim para postar todos os dias textos diversos, com temas diversos. Além de, é claro, inovar o blog. Sempre tem algo diferente, como os concursos que ela faz. Acho linda essa dedicação dela com o blog.

Freescura é o blog de Bruna. Como eu disse, foi ela que me inspirou para fazer essa postagem digamos que especial. A maioria dos selos que ela recebia, eu estava como indicada. E eu sempre fico feliz em saber que ela gosta tanto assim do meu blog. Mas falando do dela, Bruna é uma blogueira compulsiva. Ela passa alguns dias sem postar, mas quando posta, são três, quatro postagens de vezes. E eu? Leio todas. Ela também tem uma criatividade incrível para contos e percebo intensidade em algumas linhas. Alguns me encantam, outros me deixam boquiaberta. E eu me identifico com a escrita dela, pois é bastante parecida com a minha.

No Divã, o blog de Tatá. Minha querida Tatá, a primeira e única blogueira que eu conheci pessoalmente até agora. Comentei com ela uma vez que admirava o jeito jornalístico dela de escrever. São assuntos polêmicos, interessantes, intrigantes e outros admiráveis. Tem um jeito único de escrever, colocando as opiniões dela bem mais a parte. Adoro tudo o que ela escreve e o que ela me proporciona com seus textos.

Palavra Contemporânea é o blog de Nathalia. Gostei de cara dos textos dela. Ainda lembro, mesmo que distante, do primeiro texto que li dela. Era um texto incrível, que me encantei na hora com a escrita dela e por isso não poderia deixar de segui-la. Nathalia tem um jeito diferente de escrever e no final dos seus textos, ela coloca uma coisinha, que eu não sei designar o nome, mas que sempre achei interessantíssimo e sem igual.

Petit Poá, o blog de Bell. Ela é outra que geralmente me indica nos selos e que me deixa extremamente feliz. Apesar de ela ser um pouco ausente na escrita, quando posta algo, como os contos dela, eu me delicio a ler cada uma de suas palavras. São textos fofos, outros intensos e cheios de doçura. E os diálogos então? Sou fã de diálogos e os que ela constrói me faz entrar na conversa, como se eu fizesse parte.

Rainha do Drama é o blog de Juliana. Os contos que ela escreve também me identifico. Acho um tanto parecido com a minha escrita e adoro aqueles contos sensuais que ela escreve. Não só esses contos, mas os outros que ela escreve sobre amor, família e afins. São lindos e me maravilho com as palavras dela. E ainda tem os capítulos do livro que ela escreveu que tenho certeza que será ótimo (digo isso por que não li todo). É um drama bonito de se ler.

Será que é verdade ou ficção, o blog de Agatha. Ela é uma ótima escritora, e creio que ela explora pouco o que tem. Ela tem um talento para contos e há pouco tempo descobriu isso. Escreve de um jeito simples e que para mim é muito encantador. Adoro muito as descrições, que me faz imaginar como tudo está acontecendo, como se fosse um filme que assisto. Também adoro seus diálogos. Agatha e sua escrita são peculiares.

Sunday smile é o blog de Sarah. Sarah respira amor e nos mostra de uma forma linda o que tem dentro de si. São textos recheados de amor (claro), de afeto, de carinho e de grandeza. É uma leitura gostosa e me dá prazer ler as suas palavras, pois se tem amor no meio, eu já gosto. Os outros textos, sem serem os de amor, também são admiráveis. Há uns desabafos, umas crises, que eu acompanho e que em certos pontos me identifico. Ela é uma fofa não só no jeito de escrever, mas do jeito de ser.

Tá Lento, o blog de Quareesma (também não sei o nome dela). Por último, não poderia deixar de incluir aqui o blog dela. Dentre todos que eu citei, o dela é o mais recente que sigo. Eu já tinha comentado outras vezes no dela, mas não seguia e me arrependo por isso. Sou louca pelos textos dela, os atos, os diálogos curtos e fofos, é tudo tão... Incrível. Me apaixonei pela escrita dela, pois é instigante e sempre me dá vontade de ler mais e mais. É o jeito diferente de comandar os seus textos que me fez admirá-la.

Beijos, ;*.

8 de janeiro de 2011


Acho que estou fazendo jus ao título do blog. No caso, excluindo a palavra 'sentimentos'. Na verdade, ando ausente na escrita, pois sempre que posso, eu leio os blogs que sigo e comento. Não sei o que foi isso que me deu. Mas todo escritor (me considero uma, rs) tem seu tempo ruim e acho que estou no meu. Às vezes eu faço postagens improvisadas e que dão certo, nisso eu tenho sorte. Porém eu quero colocar para frente minhas ideias. Tenho várias e várias ideias guardadas para contos, mas parece que minha mente está travando e meus dedos também. Na realidade, eu ainda não parei para tentar desenvolver as ideias, acho que está aí o 'defeito'. É que ando um pouco sem incentivo. Eu nem posso dizer que é isso, pois todos os comentários que recebo, a maioria é incentivador. Ah, sei lá, é de outro incentivo que estou fazendo e que ainda vou descobrir.
Enfim... Essa foto foi de quinta-feira, numa praia (Carneiros) daqui de PE . Foi uma viagem inesperada que acabei indo e foi ótimo e cheia de aventuras. Fiquei encantada com o céu estrelado. A noite de lá é inebriante e misteriosa.
Como eu disse, meu início de ano está lindo e espero que continue assim. :D

Ah, vou trabalhar num post especial para a próxima semana. Me inspirei com umas coisas aqui e eu digo com toda certeza que vocês vão gostar. Afinal, né? É surpresa.

Beijos, queridos leitores (eu deveria dizer queridAs, afinal, só mulheres lêem meu blog, rs).

3 de janeiro de 2011

O cheiro dele.


O cheiro dele me inebria
Parece que tomei uma dose de uísque sem gelo
Faz ferver por dentro
E me deixa fora de mim

O cheiro dele me vicia
Parece que injetei heroína na veia
O corpo todo treme
E o que eu sinto é só aquilo

Não posso ficar sem sentí-lo
Pois fico com um grande vazio
É bem mais que uma necessidade

É poder sentí-lo e suspirar
É ter segurança e se acalmar
É ir no céu e voltar

Ah, o cheiro dele...



Primeiro post do ano especialmente para o que me fez
muito feliz em 2010 e que irá fazer ainda mais em 2011.
Meu início de ano foi lindo e espero que o de vocês tenha
sido também. Vou voltar com tudo por aqui, quero ser fonte
de inspiração para meus leitores lindos. :D